sábado, 28 de junho de 2014




Sinceramente, acho que tenho mil coisas para te dizer, para te explicar.

O facto de adormecer a pensar que podíamos agarrar nas nossas coisas depois dos exames e sair daqui deixa-me de certa forma entusiasmada e empenhada a fechar este ano.
Na faculdade custa, oh se custa...e depois as nossas discussões parece que não levam a lado nenhum, nem tornam as coisas mais fáceis ou mais claras. Deixas-me confusa. Deixas-me insegura. E eu gosto? Oh se gosto, a merda é essa.

Só sei que por mim, hoje, teríamos acordado os dois num hotel qualquer no centro de Paris, e depois de um pequeno almoço gigante, de mochila às costas, íamos passar o dia deitados nos jardins de Versailles a ouvir Gabrielle Aplin ou outra banda que me aqueça a alma. Sim era um dia perdido, e para muitos seria uma seca...mas respirar todo aquele ar, todo aquele oxigénio, talvez nos aclarasse os sentidos e nos trouxesse paz e certezas.

Odeio escrever aqui o que não te consigo dizer...apesar de te dizer já muito.

Quero parar o tempo contigo. De preferência em Paris.


(declaro morte aos exames e à nossa faculdade por nos obrigar a estar em casa)

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